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Guia de Vigilância para Erradicação do Sarampo, Controle da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita

Fundação Nacional de Saúde.
Ministério da saúde - 1 ed. Brasília: 2000
Número: 2362 / Publicado em 22/04/2012 - 19:35

O conteúdo deste Guia está dividido em três partes. Na primeira trata de forma aprofundada e detalhada sobre todos os aspectos técnicos e operacionais relacionados à vigilância epidemiológica do sarampo. Na parte dois o enfoque é para a rubéola e na parte três para a SRC. Algumas orientações, por serem válidas para o sarampo e a rubéola, estão referidas em uma outra parte, daí a importância de fazer a leitura e a consulta do documento como um todo.

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Cólera - Normas e Instruções

Divisão de Vigilância Epidemiológica das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES - SP
Governo do Estado de São Paulo - 2002
Número: 2361 / Publicado em 22/04/2012 - 19:25

Doença infecciosa aguda, transmissível, caracterizada, em sua forma mais evidente, por diarréia aquosa súbita, cujo agente etiológico é o Vibrio cholerae (bactéria Gram-negativa, em forma de bastonete encurvado, móvel), transmitida principalmente pela contaminação fecal da água, alimentos e outros produtos que vão à boca. A cólera é um modelo clássico de enterotoxigenicidade.

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Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos - Parte II

Fundação Nacional de Saúde
Ministério da Saúde - 2ª Edição revisada - 2001
Número: 2359 / Publicado em 22/04/2012 - 19:00

Os dados apresentados referem-se às notificações encaminhadas pelas secretarias estaduais de saúde à Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) do Ministério da Saúde. Ainda que, em determinadas regiões, ocorra subnotificação, é possível hoje dimensionar e construir um perfil epidemiológico dos acidentes no país.

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Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos - Parte I

Fundação Nacional de Saúde
Ministério da Saúde - 2ª Edição revisada - 2001
Número: 2358 / Publicado em 22/04/2012 - 18:59

O presente manual resulta da revisão e fusão do Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes Ofídicos (1987) com o Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos (1992). Destina-se, principalmente, aos profissionais da área da saúde, contendo informações atualizadas que visam fornecer subsídios técnicos para identificação, diagnóstico e conduta deste tipo de agravo à saúde.

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Tratamento e Acompanhamento do Diabetes mellitus - Parte II

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
Sociedade Brasileira de Diabetes - 2006
Número: 2357 / Publicado em 22/04/2012 - 18:07

Uma epidemia de diabetes mellitus (DM) está em curso. Em 1985 estimava-se que existissem 30 milhões de adultos com DM no mundo; esse número cresceu para 135 milhões em 1995, atingindo 173 milhões em 2002, com projeção de chegar a 300 milhões no ano 2030. Cerca de dois terços desses indivíduos com DM vivem nos países em desenvolvimento, onde a epidemia tem maior intensidade, com crescente proporção de pessoas afetadas em grupos etários mais jovens.

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Tratamento e Acompanhamento do Diabetes mellitus - Parte I

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes
Sociedade Brasileira de Diabetes - 2006
Número: 2356 / Publicado em 22/04/2012 - 18:05

Este trabalho, que se constitui na primeira diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), foi iniciado na gestão do professor Leão Zagury como presidente da SBD, no biênio 2004-2005, e finalizado na gestão do Dr. Marcos Tambascia (2006-2007). Elaboradas adotando o conceito da medicina baseada em evidências clínicas, as diretrizes seguem o modelo internacionalmente consagrado pela American Diabetes Association (ADA) e serão atualizadas anualmente, com a inclusão de novos temas e/ou novas práticas fundamentadas no progresso do conhecimento.

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Planejamento Familiar: Um Manual Global para Profissionais e Serviços de Saúde - Parte II

Centro de Programas de Comunicação da Universidade Johns Hopkins
Organização Mundial da Saúde e Escola Bloomberg de Saúde Pública - 2007
Número: 2354 / Publicado em 21/04/2012 - 23:07

Vários milhões estão utilizando o planejamento familiar para evitar a gravidez, mas sem sucesso, por uma multiplicidade de razões. É possível que não tenham recebido instruções claras sobre como utilizar o método adequadamente, que não tenham tido acesso a um método mais apropriado a elas, não foram corretamente orientadas em relação aos efeitos colaterais ou simplesmente acabaram-se os insumos. Estas pessoas necessitam de apoio de melhor qualidade, sem demora.

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Planejamento Familiar: Um Manual Global para Profissionais e Serviços de Saúde - Parte I

Centro de Programas de Comunicação da Universidade Johns Hopkins
Organização Mundial da Saúde e Escola Bloomberg de Saúde Pública - 2007
Número: 2353 / Publicado em 21/04/2012 - 23:06

A tarefa do planejamento familiar permanece inacabada. Apesar do grande progresso ao longo das últimas décadas, mais de 120 milhões de mulheres no mundo todo desejam evitar a gravidez, porém nem elas nem seus parceiros estão fazendo uso dos métodos contraceptivos. Muitos são os motivos para que suas necessidades fiquem desatendidas: os serviços e os insumos ainda não estão disponíveis em todos os lugares ou as opções são limitadas. O medo da reprovação social ou a postura contrária do parceiro impõem barreiras formidáveis. Os temores dos efeitos colaterais e as preocupações com a saúde assustam algumas pessoas; a outras falta conhecimento sobre as opções de contracepção e seu uso. Estas pessoas precisam de ajuda, já.

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Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos - Parte II

Secretaria de Políticas de Saúde,
Organização Pan Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2352 / Publicado em 21/04/2012 - 22:58

O conteúdo deste Guia é bem abrangente. Parte de uma compilação das evidências científicas mais atualizadas sobre a alimentação das crianças pequenas e apresenta um diagnóstico da situação alimentar e nutricional dos menores de dois anos. O texto inclui percepções, práticas e tabus alimentares das diferentes regiões do país e proporciona orientações e recomendações para a melhoria do quadro apresentado. Estas são apropriadas para a riqueza e a diversidade da nossa cultura alimentar.

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Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos - Parte I

Secretaria de Políticas de Saúde,
Organização Pan Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Número: 2351 / Publicado em 21/04/2012 - 22:57

O conteúdo deste Guia é bem abrangente. Parte de uma compilação das evidências científicas mais atualizadas sobre a alimentação das crianças pequenas e apresenta um diagnóstico da situação alimentar e nutricional dos menores de dois anos. O texto inclui percepções, práticas e tabus alimentares das diferentes regiões do país e proporciona orientações e recomendações para a melhoria do quadro apresentado. Estas são apropriadas para a riqueza e a diversidade da nossa cultura alimentar.

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