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Protocolo de Prevenção de Quedas.

Eliseth Ribeiro Leão
Hospital Samaritano - SP
Número: 1161 / Publicado em 23/06/2012 - 07:57

Para a Sociedade Brasileira de Gerontologia (SBGG) a queda é o deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição inicial, com incapacidade de correção em tempo hábil, provocada por circunstâncias multifatoriais que compromete a estabilidade, sendo esta a referência adotada no Hospital Samaritano.

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Litíase Renal - Consulta Nefrológica em 10 minutos.

Ita Pfeferman Heilberg
Consulta Nefrológica em 10 minutos
Número: 1159 / Publicado em 18/03/2012 - 11:51

A formação de cálculos no trato urinário é uma patologia extremamente comum, que incide em 5 a 15% da população acometendo ambos os sexos mas com maior frequência o masculino. Apesar da maior frequência entre adultos jovens, não poupa as crianças e na medida em que a população mundial envelhece e os métodos diagnósticos tornam-se mais sensíveis, observa-se um aumento de sua incidência também nas faixas etárias mais avançadas. A formação de cálculos no trato urinário resulta de fatores epidemiológicos e modificações físico-químicas da urina incluindo estados de hiperexcreção de promotores e/ou deficiência de inibidores da cristalização, alterações do pH urinário e volume urinário reduzido, todos contribuindo para a supersaturação da urina. A presença de alterações anatômicas do trato urinário também pode predispor à formação de cálculos urinários por alterações urodinâmicas. Assim, a presença de duplicidade pielocalicial, estenose de junção uretero-piélica, rim em esponja medular, rim em ferradura, ureterocele, etc, devem ser investigadas pois além de contribuirem para formação de cálculos, determinam melhor a escolha do procedimento para retirada do cálculo, quando indicado.

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Litíase Renal.

Francisco J. B. Sampaio, Geraldo Di Biase Filho.
Guia Prático de Urologia.
Número: 1158 / Publicado em 18/03/2012 - 11:47

A litíase renal chega a afetar 5% da população dos países industrializados. Até há alguns anos, esses cálculos eram tratados com cirurgia aberta, determinando uma morbidade muitas vezes maior do que a da doença em si. O aparecimento de técnicas mais modernas de tratamento de cálculo fez com que a cirurgia aberta ficasse reservada para casos bastante complexos. Atualmente, a maior parte dos cálculos pode ser tratada de forma não-invasiva através de litotripsia extracorpórea por ondas de choque, dispensando a necessidade de anestesia.

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Candidíase Vaginal Recorrente: Manejo Clínico

Feuerschuette OHM, Silveira SK, Feuerschuette I, Corrêa T, Grando L, Trepani A
FEMINA Fevereiro 2010 vol 38 nº 2
Número: 1156 / Publicado em 23/06/2012 - 08:08

A candidíase vulvovaginal (CVV) é patologia extremamente frequente, atingindo 75% das mulheres em alguma fase da vida. Cerca de 5% delas terão candidíase vulvovaginal recorrente (CVVR), definida como quatro ou mais episódios a cada 12 meses. Apesar de existirem fatores de risco conhecidos, a maioria dos episódios ocorre na sua ausência. Com base na apresentação clínica, microbiologia e fatores do hospedeiro, ela é classificada em complicada e não-complicada. Um espectro de sintomas comuns a outras patologias, e a ausência de métodos rápidos, simples e baratos de diagnóstico, tornam seu manejo um desafio, mesmo para os mais experientes. O exame padrão-ouro para confirmar a infecção é cultura em meio específico. O presente estudo tem por objetivo revisar os métodos diagnósticos da CVV e descrever o manejo da CVVR.

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Micobacterioses Não Tuberculosas (MNTB) de Crescimento Rápido após Procedimentos Cirúrgicos. Epidemia de 2007 – Rio de Janeiro.

Margareth Dalcolmo.
Centro de Referência Hélio Fraga, Ministério da Saúde - RJ
Número: 1154 / Publicado em 23/06/2012 - 08:12

Epidemia de MNTB de crescimento rápido - Protocolo de tratamento, 2007.

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Micobacterioses: Recomendações para o Diagnóstico e Tratamento.

Centro de Vigilância Epidemiológica
Secretaria Estadual de Saúde - Coordenadoria de Controle de Doenças - 2005.
Número: 1153 / Publicado em 23/06/2012 - 08:14

As micobactérias não tuberculosas (MNT) encontram-se dispersas na natureza e ao contrário das espécies do complexo Mycobacterium tuberculosis apresentam patogenicidade variável. A capacidade das MNT em produzir doença está claramente documentada na literatura e sua importância vem aumentando progressivamente, com isolamentos de diferentes espécies nos laboratórios de micobactérias.

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Diagnósticos Clínicos e Laboratoriais das Onicomicoses.

Kedma de Magalhães Lima, Rossana Sette de Melo Rêgo e Francisco Montenegro.
NewsLab - edição 83 - 2007
Número: 1151 / Publicado em 23/06/2012 - 08:16

As onicomicoses são infecções fúngicas nas unhas causadas por leveduras, dermatófitos ou fungos filamentos não-dermatófitos e constituem uma das principais causas de enfermidades ungueais a nível mundial, representando 20-40%, e tendo aumentado sua ocorrência nos últimos anos.

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Enteroparasitoses e Onicomicoses em Manipuladores de Alimentos do Município de Ribeirão Preto, SP, Brasil

Jaqueline Otero Silva, Divani M. Capuano, Osvaldo M. Takayanagui, Eugênio Giacometti Júnior.
Rev Bras Epidemiol 2005; 8(4): 385-92
Número: 1150 / Publicado em 23/06/2012 - 08:17

A maioria das doenças veiculadas por alimentos de origem microbiana deve-se à manipulação inadequada dos mesmos. A identificação de manipuladores de alimentos portadores de agentes patogênicos que podem ser propagados para os alimentos é uma ferramenta útil na prevenção da contaminação dos mesmos.

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Condutas Frente as Neurites Hansênicas.

Mauricio L. Nobre, Maria Leide W. Oliveira.
Sociedade Brasileira de Dermatologia - Departamento de Hanseníase.
Número: 1148 / Publicado em 23/06/2012 - 08:21

A neuropatia hansênica é decorrente da invasão bacilar e especialmente do processo inflamatório dos nervos periféricos. As neurites agudas se caracterizam por dor intensa que ocorre espontaneamente ou durante a palpação dos troncos nervosos; são comuns durante os episódios reacionais, mas podem ocorrer isoladamente sem evidência de processo inflamatório cutâneo. Em alguns casos as neurites agudas deixam como seqüelas dores crônicas ao longo dos nervos afetados, o que recebe a denominação de dor neuropática.

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Queloides na Adolescência: a Busca pelo Melhor Tratamento.

Herscovitz et al.
Revista da AMRIGS, Porto Alegre, 53 (1): 78-83, jan.-mar. 2009
Número: 1146 / Publicado em 23/06/2012 - 08:24

Queloides são lesões benignas que resultam de uma proliferação fibroblástica excessiva da derme após o trauma de pele. As lesões são espessas, ultrapassam os limites da lesão inicial e invadem a pele normal. Existem diversas teorias que procuram explicar os mecanismos de formação desse tipo de lesão, mas a real patogênese ainda não foi elucidada, o que explica a multiplicidade de tratamentos disponíveis, não havendo consenso na literatura sobre a melhor abordagem terapêutica. No presente artigo, descrevemos o caso de uma adolescente que desenvolveu queloide em abdome após lesão por arma de fogo e abordamos os diversos aspectos do tratamento. Nessa faixa etária, deve-se atentar para a segurança dos métodos terapêuticos empregados. Entre as opções existentes, a combinação de excisão cirúrgica com aplicação de triancinolona representa uma opção segura e eficaz.

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