Profissionais: 7090
Prontuários: 489121

Portal Saúde Direta - Busca Palavra

BUSCA POR PALAVRA

POSTAGENS ANTERIORES

TAGS CLOUD

Protocolos Algoritmos Diretrizes Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Guia do Instrutor em Práticas da Boa Prescrição Médica.

Hans V. Hogerzeil, Karen I. Barnes, Rob H. Henning, Yunus E. Kocabasoglu, Helene Möller, Anthony J. Smith, Rob S. Summers, Theo P.G.M. de Vries.
Organização Mundial da Saúde - Departamento de Medicamentos Essenciais e Políticas de Medicamentos
Número: 600 / Publicado em 18/06/2012 - 11:33

O Guia do Instrutor em Práticas da Boa Prescrição Médica é a obra que acompanha o Guia para a Boa Prescrição Médica. Seu público alvo são professores universitários que desejem utilizá-lo para lecionar a estudantes de medicina. Seus principais objetivos são: apontar a abordagem educacional que orienta o Guia; explicar como ensinar farmacoterapia; prover orientações práticas de como avaliar os alunos, os professores e o curso; e fornecer suporte de mobilização para o ensino da farmacoterapia baseado em problemas.

Abrir arquivo em PDF

Protocolo de Manejo Clínico de Síndrome Respiratória Aguda Grave- SRAG.

Secretaria de Vigilância em Saúde.
Ministério da Saúde - Brasília, 03 de março de 2010.
Número: 599 / Publicado em 16/06/2012 - 15:38

Diante da pandemia de influenza desencadeada pela circulação, entre seres humanos, do vírus influenza pandêmico (H1N1)2009 e com base no conhecimento atual sobre a disseminação mundial deste vírus, o Ministério da Saúde elaborou e revisa constantemente os Protocolos com o objetivo de adequar as medidas estabelecidas no Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza (PBPPI), a cada novo cenário que o país se encontra.

Abrir arquivo em PDF

Protocolo de Controle Glicêmico.

Rita de Cássia Rodrigues.
Comissão de Controle de Qualidade - Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia Intensiva - UNIFESP - Revisão 17/04/2008
Número: 598 / Publicado em 16/06/2012 - 15:39

Traçar as diretrizes para inicio da terapia insulínica, bem como o controle de sua dosagem e dos possíveis efeitos colaterais a ela associados.

Abrir arquivo em PDF

Consenso Brasileiro de Glaucoma Primário de Ângulo Fechado.

Paulo Augusto de Arruda Mello, Carmo Mandia Jr., Roberto Pedrosa Galvão.
Sociedade Brasileira de Glaucoma.
Número: 597 / Publicado em 16/06/2012 - 15:42

É a entidade clínica caracterizada pelo fechamento parcial ou completo do ângulo da câmara anterior, decorrente de condições anatômicas que propiciam aposição ou adesão da periferia da íris à parede externa do ângulo da câmara anterior (goniossinéquias), com conseqüente elevação da pressão intra-ocular (PIO) de forma aguda, intermitente ou crônica, com eventual lesão do disco óptico.

Abrir arquivo em PDF

Interação Medicamentosa: Parte I

Oliveira, D. S.
Caderno de Farmácia, v. 2, n. 1, p. 3-20, 1986.
Número: 596 / Publicado em 16/06/2012 - 15:43

O problema das interações medicamentosas é apresentado de maneira didática, com exemplos práticos, discutindo sua significância clínica.

Abrir arquivo em PDF

Avaliação de Prescrições quanto à Ocorrência de Possíveis Interações Medicamentosas na Clínica Médica do Hospital Geral de Bonsucesso.

Eduardo Pombo-Nascimento, Danielle Martins Ventura, Fernanda Azevedo Lima, Luis Filipe Gonçalves de Oliveira e Claudia Regina Pereira.
Rev. Bras. Farm., 88(1), 2007
Número: 595 / Publicado em 18/06/2012 - 11:17

As interações medicamentosas geralmente se traduzem em reações adversas ou toxicidade a um tecido ou sistema específico, ou ainda na falta de atividade terapêutica. Quanto mais fármacos o paciente estiver utilizando, maiores serão as chances de ocorrer interação entre eles. Apesar de alguns estudos demonstrarem incidências baixas de interações medicamentosas, algumas destas podem trazer conseqüências graves. Este trabalho analisou as prescrições atendidas pelo setor de dispensação do Serviço de Farmácia do Hospital Geral de Bonsucesso, de maio a junho de 2005, em busca de possíveis interações medicamentosas que possam ter ocorrido nos 213 pacientes internados nas clínicas médicas A e B, partindo do pressuposto de que há uso de grande número de medicamentos concomitantemente. Estas prescrições foram avaliadas quanto à ocorrência de possíveis interações medicamentosas, bem como, suas freqüências. Também foi realizada a análise comparativa entre a ocorrência dessas interações entre a CMA e CMB, bem como, a sua classificação.

Abrir arquivo em PDF

O Brasil no Relatório Anual da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes.

Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes - JIFE . Relatório Anual 2007.
Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC)
Número: 593 / Publicado em 18/06/2012 - 11:24

A Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (JIFE - ou International Narcotics Control Board -INCB) é um órgão independente que monitora a implementação das convenções da ONU sobre o controle internacional de drogas. Fundada em 1968 pela Convenção Única sobre Drogas Entorpecentes , de 1961, a JIFE é totalmente independente dos governos, assim como das Nações Unidas. Seus treze membros são indicados a partir de suas capacidades e qualidades profissionais. A JIFE monitora a obediência dos países em relação aos tratados internacionais sobre controle de drogas e assegura que suprimentos adequados de drogas usadas na fabricação de medicamentos estejam disponíveis para propósitos médicos e científicos. A Junta também trabalha arduamente parar impedir que fontes legais de substâncias psicotrópicas sejam desviadas para o tráfico ilegal de drogas. Adicionalmente, auxilia os países a identificar e corrigir eventuais falhas nos sistemas de controle de drogas e determina quais produtos químicos devem ser controlados para evitar que sejam desviados para a fabricação de drogas ilícitas.

Abrir arquivo em PDF

Dicas Para Uma Boa Prescrição Hospitalar.

Hospital Universitário Walter Cantídio - Gerência de Riscos Hospitalares - 2008
Universidade Federal do Ceará
Número: 590 / Publicado em 18/06/2012 - 11:26

Esse manual contém dicas para a elaboração de uma boa prescrição hospitalar, e se propõe a contribuir para melhorar a comunicação entre aqueles que diariamente dedicam parte importante do seu tempo, no cuidado dos pacientes internados nos hospitais cearenses e que desejam tornar a prática de prescrição um processo cada vez mais seguro e com resultados otimizados.

Abrir arquivo em PDF

Perfil de Medicamentos Envolvidos com Erros de Administração: Conhecer para Prevenir.

Reis AMM, Marques TC, Opitz SP, Silva AEBC, Gimenes FRE, Teixeira TCA, Lima REF, Cassiani SHB.
Acta paul. enferm. vol.23 no.2 São Paulo Mar./Apr. 2010
Número: 588 / Publicado em 18/06/2012 - 11:28

Estudo multicêntrico, descritivo/exploratório utilizando a técnica de observação não participante durante a administração de 4958 doses de medicamentos e a classificação anatômica terapêutica química (ATC). Dentre esse total, foram identificados 1500 erros de administração de medicamentos (30,3%). A administração dos fármacos dos grupos ATC - sistema cardiovascular, sistema nervoso, trato alimentar e metabolismo e antinfecciosos de uso sistêmico apresentou maior frequência de erros. Em 13,0% dos erros estavam envolvidos medicamentos potencialmente perigosos e em 12,2% medicamentos de baixo índice terapêutico.

Abrir arquivo em PDF

Aspectos Gerais e Número de Etapas do Sistema de Medicação de quatro Hospitais Brasileiros.

Cassiani SHB, Miasso AI, Silva AEBC, Fakin FT, Oliveira RC.
Rev Latino-am Enfermagem 2004 setembro-outubro; 12(5):781-9
Número: 587 / Publicado em 18/06/2012 - 11:30

Essa investigação identificou e analisou o sistema de medicação de 04 hospitais universitários, localizados nas cidades de Recife, Ribeirão Preto, Goiânia e São Paulo, após a aprovação nos Comitês de Ética em Pesquisa e da autorização da direção dos hospitais. Os dados foram coletados através de entrevista estruturada com um dos profissionais responsáveis pelo sistema de medicação e observação não participante e direta, por uma semana, nos vários sub-sistemas. Os resultados indicaram pontos que necessitam de aperfeiçoamentos como utilização de abreviações, falta de padronização de horários de administração de medicamentos, falta de informações atualizadas e completas do paciente, farmácia não funcionando 24 horas em um hospital, falta de centro de informações de medicamentos e outros. Evidenciou-se no hospital A 66 etapas, no B 58 etapas, no C 70 etapas e no D 80 etapas do sistema de medicação. Simplificar os processos, diminuindo o número de etapas, é a chave para a redução de erros de medicação.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
17/06/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter