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Primeiros Socorros - Emergências Clínicas - Cap 25

Manual do Atendimento Pré-Hospitalar – SIATE /CBPR
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - Governo do Estado do Paraná.
Número: 2010 / Publicado em 20/03/2012 - 19:26

Este capítulo expõe noções básicas sobre algumas situações clínicas que mais freqüentemente podem ser encontradas na prática dos socorristas.

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Primeiros Socorros - Trauma de Face - Cap 17

Manual do Atendimento Pré-Hospitalar – SIATE /CBPR
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - Governo do Estado do Paraná.
Número: 2009 / Publicado em 20/03/2012 - 19:22

O trauma facial pode ser considerado uma das agressões mais devastadoras encontradas em centros de trauma devido às conseqüências emocionais e à possibilidade de deformidade e também ao impacto econômico que tais traumas causam em um sistema de saúde.

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Primeiros Socorros - Trauma de Tórax - Cap 15

Manual do Atendimento Pré-Hospitalar – SIATE /CBPR
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - Governo do Estado do Paraná.
Número: 2008 / Publicado em 20/03/2012 - 19:22

O traumatismo torácico nos dias atuais assume grande importância devido, em parte, à sua incidência e, por outro lado, pelo aumento da gravidade e da mortalidade das lesões. Isto se deve pelo aumento do número, poder energético e variedade dos mecanismos lesivos, como por exemplo, a maior velocidade dos automóveis, a violência urbana, e dentro desta, o maior poder lesivo dos armamentos, além de outros fatores. As lesões de tórax são divididas naquelas que implicam em risco imediato à vida e que, portanto, devem ser pesquisadas no exame primário e naquelas que implicam em risco potencial à vida e que, portanto, são observadas durante o exame secundário.

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Primeiros Socorros - Trauma de Abdome - Cap 16

Manual do Atendimento Pré-Hospitalar – SIATE /CBPR
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - Governo do Estado do Paraná.
Número: 2007 / Publicado em 20/03/2012 - 19:23

A gravidade dos traumatismos abdominais baseia-se especialmente na possível existência de uma lesão visceral, capaz de produzir alterações gerais graves como são as peritonites ou as hemorragias. Em casos de objetos que penetrem no abdômen, como pedaços de ferro, madeira ou outros, nunca retirá-los. Corte-os, se necessário, e proteja-os para que não se movam durante o transporte. Esses corpos estranhos só podem ser retirados em centro cirúrgico, onde haja condições de controlar o sangramento.

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Feridas Agudas

Manuel Rodrigues Simão
Ministério da Saúde - República de Moçambique - Número 2 Dezembro de 2000
Número: 2006 / Publicado em 20/03/2012 - 19:05

Ao tratar as feridas nos Serviços de Urgência, o técnico de saúde deve considerar o tempo, o agente traumático e a sua localização, uma vez que todos estes aspectos contribuem para o potencial infeccioso das feridas. Na maioria dos traumatismos dos tecidos moles, a força aplicada por objectos cortantes (vidros, metais ou facas) resultam em feridas incisas, com uma considerável resistência à infecção. Os traumatismos causados por objectos pouco ou não cortantes (forças de compressão ou tensão, como a colisão de dois corpos) resultam em feridas contusas, arrancamentos ou esfacelos, as quais são mil vezes mais susceptíveis à infecção.

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Manifestações Clínicas do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) : Abordagem Diagnóstica e Terapêutica na Sala de Urgência

Magalhães MB; Donadi EA e Louzada Jr P
Medicina, Ribeirão Preto, 36: 409-417, abr./dez. 2003
Número: 2005 / Publicado em 20/03/2012 - 18:55

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença auto-imune, que cursa com variado conjunto de manifestações clínicas. Entre estas, algumas podem levar o paciente a procurar um serviço de urgência. É importante que o clínico geral saiba realizar a abordagem inicial do tipo de paciente, principalmente nos casos em que manifestações graves do LES constituem ameaça imediata à vida do doente. O objetivo desta revisão é discutir o diagnóstico clínico e laboratorial das manifestações dessa patologia,que exigem conduta de urgência.

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Consenso de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)

Sociedade Brasileira de Reumatologia
Temas de Reumatologia Clínica - Vol. 10 - Nº 1 - Março de 2009
Número: 2004 / Publicado em 20/03/2012 - 18:51

O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica, multissistêmica, de causa desconhecida e de natureza autoimune, caracterizada pela presença de diversos autoanticorpos. Evolui com manifestações clínicas polimórficas, com períodos de exacerbações e remissões. De etiologia não totalmente esclarecida, o desenvolvimento da doença está ligado a predisposição genética e fatores ambientais, como luz ultravioleta e alguns medicamentos.

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Guia Leptospirose: Diagnóstico e Manejo Clínico

Secretaria de Vigilância Sanitária
Ministério da Saúde 2009
Número: 2002 / Publicado em 20/03/2012 - 18:41

A leptospirose é uma zoonose de ocorrência mundial, causada por bactérias do gênero Leptospira. Trata-se de uma doença infecto-contagiosa que acomete o ser humano, animais domésticos e silvestres, amplamente disseminada, assumindo considerável impor tância como problema econômico e de saúde pública. A doença é de notificação obrigatória.

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Infecção pelo Rotavírus

Sociedade Brasileira de Imunizações
Informe Rotavirus Ano I N. 4 Setembro 2006
Número: 2001 / Publicado em 20/03/2012 - 15:14

A infecção pelo rotavírus é a causa mais comum de diarréia grave e de desidratação. Em todo o mundo, o vírus é responsável por cerca de 600 mil mortes anuais - mais de 80% registradas em países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, o que se deve, sobretudo, ao acesso limitado da população ao atendimento médico e às terapias de re-hidratação. Apesar de todas as faixas etárias serem susceptíveis à infecção, são ocasionais os registros entre adultos. A grande maioria dos casos ocorre antes dos cinco anos de vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o rotavírus é causa de um terço das mortes por diarréia em crianças menores de cinco anos. Responde, ainda, por cerca de 70% das internações e por 20% a 30% dos óbitos por diarréia.

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Escolar Deficiente Visual

Keila Monteiro de Carvalho
http://www.cbo.com.br/cbo/sociedades/subnormal/artigos/cmtrato4.htm
Número: 2000 / Publicado em 20/03/2012 - 09:46

O conceito atual em relação à conduta frente ao paciente com deficiência visual é que paralelamente ao tratamento médico, seja clínico ou cirúrgico, se realizem as condutas óptica, reabilitacional e educacional. O objetivo do atendimento do escolar deficiente visual é abordá-lo de modo global com avaliação de suas necessidades ópticas e educacionais e indicação das condutas a serem adotadas em cada caso.

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17/06/2020
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