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Hemorragia Genital.

Diretrizes Assistenciais - HIAE
Hospital Israelita Albert Einstein - Maio – 2009.
Número: 545 / Publicado em 18/06/2012 - 10:02

Hemorragia genital é definida como presença de sangramento que se exterioriza pela vagina e vulva em grande quantidade, com ou sem alteração de intervalo, frequência ou duração do ciclo menstrual.

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Soluções para a Segurança do Paciente (Patient Safety Solutions).

Aliança Mundial para Segurança do Paciente - WHO
PROQUALIS - FIOCRUZ
Número: 544 / Publicado em 18/06/2012 - 09:38

O Programa de Segurança do Paciente da Organização Mundial da Saúde (WHO Patient Safety) define, como uma de suas áreas prioritárias de atuação, as Soluções para a Segurança do Paciente, que são promovidas, disseminadas e coordenadas internacionalmente pelo Centro Colaborador da OMS (WHO Collaborating Centre). O PROQUALIS tomou como referência essas ações para a divulgação das iniciativas para a segurança do paciente desenvolvidas por hospitais brasileiros.

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Erros de Dispensação de Medicamentos em Unidade Pediátrica de um Hospital Universitário.

Maria das Dores Graciano Silva.
Dissertação (mestrado): Universidade Federal de Minas Gerais, 2009.
Número: 537 / Publicado em 18/06/2012 - 09:46

O medicamento é fundamental na atenção à saúde. Os erros que ocorrem no processo de utilização de medicamentos contribuem para aumentar o risco potencial de eventos adversos. A população pediátrica é mais susceptível aos eventos adversos a medicamentos do que a adulta. Pelas características e condições de uso alguns medicamentos são considerados de alto risco e se ocorrem erros no processo de sua utilização as conseqüências podem ser graves. O objetivo desse estudo foi analisar a freqüência e os tipos de erros de dispensação relacionados às prescrições, com um ou mais medicamentos potencialmente perigosos (MPP).

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Uso Abusivo de Benzidamina no Brasil: uma Abordagem em Farmacovigilância.

Mota DM et al.
Ciência & Saúde Coletiva, 15(3):717-724, 2010
Número: 536 / Publicado em 18/06/2012 - 09:47

Dentre os medicamentos, objeto de abuso e que causam dependência física e/ou psíquica, incluem-se os barbitúricos, benzodiazepínicos, analgésicos opióides e anfetaminas. Os analgésicos, antitérmicos e antiinflamatórios não esteroidais, apesar de não fazerem parte dessa relação de fármacos, estão, geralmente, associados ao uso recreativo ou fins não terapêuticos. O objetivo deste ensaio é apresentar informações sobre o uso abusivo de benzidamina no Brasil.

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Efeitos Adversos a Medicamentos em Hospital Público: Estudo Piloto.

Rozenfeld, Suely et al.
Rev Saúde Pública 2009;43(5):887-90
Número: 535 / Publicado em 18/06/2012 - 09:48

Os efeitos adversos aos medicamentos (EAM) ocorridos em hospitais podem prolongar o tempo de internação ou contribuir para o óbito. A freqüência dos EAM pode chegar a 19% e dois terços deles podem ser evitados.

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Reações Adversas a Medicamentos como Determinantes da Admissão Hospitalar.

Pfaffenbach, G et alii.
Rev. Assoc. Med. Bras. 2002, vol.48, n.3, pp. 237-241.
Número: 534 / Publicado em 18/06/2012 - 09:17

Reações adversas a medicamentos representam parte considerável dos custos médicos. Estima-se que cerca de 3% a 8% das internações em enfermarias de Medicina Interna são relacionadas com RAM, contudo nas diferentes especialidades médicas e dependendo da forma como as RAMs são analisadas, a freqüência de RAM como causa de admissão hospitalar poderá variar de 3% a 40%.

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Estudo dos Achados Oculares na Síndrome de Stevens-Johnson em Pacientes de Centro de Referência de Atendimento Terciário.

Franca, Marciel Dourado; Lima, Jane Palma Galrão; Freitas, Denise de; Cunha, Marcelo; Gomes, José Álvaro Pereira.
Arq Bras Oftalmol;72(3): 370-374, maio-jun. 2009.
Número: 533 / Publicado em 18/06/2012 - 09:19

Foram avaliados 22 pacientes com síndrome de Stevens-Johnson. Quinze pacientes (68 por cento) eram do sexo feminino e 7 (32 por cento) do sexo masculino. Dez pacientes eram brancos (45,4 por cento), 9 pardos (22 por cento), 2 negros (9 por cento) e 1 amarelo (4,5 por cento). A média de idade foi de 27,1 anos (variação entre 8 e 62 anos). A associação com drogas foi o principal fator etiológico. Em 20 pacientes (90,9 por cento) o desenvolvimento da doença esteve associado ao uso de medicações, 1 (4,5 por cento) por infecção herpética cutânea e 1 (4,5 por cento) idiopático. A dipirona (36,3 por cento) foi o agente mais associado à síndrome de Stevens-Johnson seguido por anticonvulsivantes (22,7 por cento), anti-inflamatórios não hormonais (13,6 por cento), sulfonamidas (9,0 por cento), penicilinas (4,5 por cento), espironolactona (4,5 por cento) e anticoncepcional injetável (dihidroprogesterona e estradiol) (4,5 por cento). Vinte e um pacientes (95,4 por cento) desenvolveram complicações oculares e 16 pacientes (72,7 por cento) foram submetidos a procedimentos cirúrgicos oftalmológicos.

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Avaliação da Qualidade do Uso de Medicamentos em Idosos.

Mosegui, Gabriela B. G; Rozenfeld, Suely; Veras, Renato Peixoto; Vianna, Cid M. M.
Rev. Saúde Pública. 1999, vol.33, n.5, pp. 437-444.
Número: 532 / Publicado em 18/06/2012 - 09:20

Diferentes estudos de avaliação do uso de medicamentos constataram que, além da utilização de um grande número de especialidades farmacêuticas entre os idosos, há prevalência do uso de determinados grupos de medicamentos, como: analgésicos, antiinflamatórios e psicotrópicos. Os idosos chegam a constituir 50% dos multiusuários. É comum encontrar em suas prescrições dosagens e indicações inadequadas, interações medicamentosas, associações e redundância – uso de fármacos pertencentes a uma mesma classe terapêutica – e medicamentos sem valor terapêutico. Tais fatores podem gerar reações adversas aos medicamentos (RAM), algumas delas graves e fatais.

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Prescrição de Medicamentos para Crianças Hospitalizadas: Como avaliar a Qualidade?

Meiners, M.M.M.A. e Bergsten-Mendes, G..
Rev. Assoc. Med. Bras. vol.47 no.4 São Paulo Oct./Dec. 2001
Número: 531 / Publicado em 18/06/2012 - 09:21

Pacientes pediátricos, chamados “órfãos terapêuticos”, são geralmente excluídos de ensaios clínicos para desenvolvimento de novos medicamentos, os quais são usados em crianças de modo empírico e muitas vezes questionável. Este estudo descreve o padrão de prescrição de medicamentos para crianças hospitalizadas e propõe critérios para avaliar a qualidade da prescrição.

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Identificação de Medicamentos Não Apropriados para Crianças em Prescrições de Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrica.

Carvalho, Paulo R. A; Carvalho, Clarissa G; Alievi, Patrícia T; Martinbiancho, Jaqueline; Trotta, Eliana A.
Jornal de Pediatria - Vol. 79, Nº5, 2003
Número: 530 / Publicado em 18/06/2012 - 09:23

Em decorrência de prováveis limitações éticas relacionadas à pesquisa de medicamentos envolvendo crianças em décadas passadas, mais de 50% dos medicamentos prescritos para pacientes pediátricos nos EUA não são aprovados ou padronizados para uso em crianças1. No nosso meio, supeita-se que a taxa de uso de medicamentos não apropriados para crianças, em pacientes pediátricos, também seja elevada, especialmente em nível hospitalar.

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17/06/2020
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