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Segurança na Utilização de Medicamentos: Dificuldades de Detecção dos Erros de Medicação e Algumas Propostas de Prevenção.

Jorseli Angela Henriques Coimbra, Silvia Helena de Bortoli Cassiani.
Ciência, Cuidado e Saúde - Maringá, v. 3, n. 2, p. 153-160, mai/ago. 2004
Número: 586 / Publicado em 18/06/2012 - 11:00

Diante de um erro, muitas vezes encontramos um quadro de conseqüências caracterizado pela violência, punições, constrangimentos, vergonha, perda do prestígio profissional e até mesmo suicídios de médicos e enfermeiros. Muitos profissionais demitem-se voluntariamente de seus empregos ou cometem suicídio, sobretudo nos casos em que os erros resultam em conseqüências graves aos pacientes.

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Interações Medicamentosas de Fitoterápicos e Fármacos: Hypericum perforatum e Piper methysticum.

C.H.G. Cordeiro, Chung M.C., L.V.S. do Sacramento.
Rev. Bras. Farmacogn. Braz J. Pharmacogn. 15(3):jul/set. 2005
Número: 585 / Publicado em 18/06/2012 - 11:02

A utilização de produtos naturais na medicina popular é milenar e persiste até os dias atuais. Entretanto, a idéia de que estes produtos são isentos de toxicidade torna o uso de medicamentos fitoterápicos cada vez maior e indiscriminado. Este trabalho trata de uma revisão sobre as interações que podem ocorrer com a utilização concomitante de Hypericum perforatum L. (Erva de São João) e Piper methysticum F. (Kava-kava) com fármacos, podendo levar a sérios efeitos tóxicos, incluindo a fatalidade.

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Interações entre Fármacos e Medicamentos Fitoterápicos à base de Ginkgo ou Ginseng.

Rodrigo F. Alexandre, Fabíola Bagatini, Cláudia M. O. Simões.
Rev. Bras. Farmacogn. Braz J. Pharmacogn. 18(1): Jan./Mar. 2008
Número: 584 / Publicado em 18/06/2012 - 11:05

Os medicamentos fitoterápicos são amplamente utilizados, principalmente, pelos portadores de doenças crônicas e em associações medicamentosas com diversos fármacos. As possíveis interações entre eles estão sendo muito estudadas, pois podem alterar os perfis de eficácia e segurança de muitos fármacos. Nesta revisão, as informações foram localizadas, avaliadas e sistematizadas e contêm as principais interações entre fármacos e medicamentos fitoterápicos elaborados com ginkgo ou ginseng.

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Potenciais Interações entre Fármacos e Produtos à base de Valeriana ou Alho.

Rodrigo F. Alexandre, Fabíola Bagatini, Cláudia M. O. Simões.
Rev. Bras. Farmacogn. Braz J. Pharmacogn. 18(3): Jul./Set. 2008
Número: 583 / Publicado em 18/06/2012 - 11:06

Atualmente, as potenciais interações entre fármacos e plantas medicinais e/ou medicamentos fitoterápicos são objetos de inúmeros estudos. Tais estudos são motivados pelo fato de que a fitoterapia é amplamente utilizada em associação com diversos fármacos. Nesta revisão, as informações sobre as principais interações entre produtos elaborados com valeriana ou alho foram localizadas, avaliadas e sistematizadas.

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Carência de Preparações Medicamentosas para Uso em Crianças no Brasil.

Patrícia Quirino da Costa, Luis C. Rey, Helena Lutéscia L. Coelho.
Jornal de Pediatria - Vol. 85, Nº 3, 2009
Número: 582 / Publicado em 18/06/2012 - 11:08

A prescrição de medicamentos não-licenciados ou de uso não-padronizado em crianças é uma realidade condicionada por fatores tais como ausência de produtos licenciados para pacientes pediátricos, carência de apresentações farmacológicas de uso mais flexível e prevalência elevada de medicamentos comercializados sem informação sobre a dose para crianças. Tais dificuldades tornam o uso de medicamentos em crianças menos seguro e com resultados menos previsíveis e confiáveis do que aquele que ocorre em adultos. Essa é uma realidade mundial.

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Condutas Adotadas por Técnicos de Enfermagem após Ocorrência de Erros de Medicação.

Jânia Oliveira Santos, Ana Elisa Bauer de Camargo Silva, Denize Bouttelet Munari, Adriana Inocenti Miasso
Acta Paul Enferm 2010;23(3):328-33.
Número: 581 / Publicado em 18/06/2012 - 11:09

Trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória com abordagem qualitativa, realizada em unidades de Clinica Médica, Unidade de Terapia Intensiva (clínica e cirúrgica) e Pronto Socorro de Adultos de um hospital de ensino, localizado em Goiânia, Goiás.

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Erros de Prescrição Médica de Pacientes Hospitalizados.

Aline Melo Santos Silva.
einstein. 2009; 7(3 Pt 1):290-4
Número: 579 / Publicado em 18/06/2012 - 11:12

Atualmente, os erros de medicação são uma lamentável realidade na maioria das instituições de saúde. Aproximadamente 30% dos agravos que ocorrem durante o período de hospitalização estão relacionados a erros de medicação, resultando em grande impacto econômico e em graves níveis de morbidade e mortalidade.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Acromegalia.

Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde
Portaria SAS/MS nº 471, de 23 de julho de 2002
Número: 578 / Publicado em 18/06/2012 - 11:14

Acromegalia é uma desordem debilitante resultante da exposição, a longo prazo, a elevados níveis de hormônio do crescimento (GH). A incidência anual é de 3-4 casos/milhão, com prevalência de 40-90 casos/milhão. A idade média do diagnóstico é 40 a 45 anos. O risco relativo de mortalidade, em relação à população normal, é 2 a 3, sendo as principais causas de mortalidade complicações cardiovasculares e respiratórias.

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Efeitos Adversos no Tratamento da Tuberculose: Experiência em Serviço Ambulatorial de um Hospital-Escola na Cidade de São Paulo.

Denise Eri Onodera Vieira, Mauro Gomes.
J Bras Pneumol. 2008;34(12):1049-1055
Número: 577 / Publicado em 18/06/2012 - 11:14

Apesar das drogas antituberculose combaterem eficazmente o microorganismo, elas podem ocasionar efeitos colaterais indesejáveis, seja pelo próprio princípio ativo ou pelos seus metabólitos.

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Paracetamol versus Dipirona: como Mensurar o Risco?

Lenita Wannmacher.
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2005.
Número: 576 / Publicado em 18/06/2012 - 10:39

É uma falácia considerar que um medicamento possa ser inócuo. Como substância estranha ao organismo humano, qualquer fármaco traz inerentemente algum risco potencial ao ser administrado, mesmo em doses usuais. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esse contexto se enquadra na definição de reação adversa como sendo “qualquer resposta prejudicial ou indesejável, não-intencional, a um medicamento, a qual se manifesta após a administração de doses normalmente utilizadas no homem para profilaxia, diagnóstico ou tratamento de doença ou para modificação de função fisiológica”.

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17/06/2020
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