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Doadores Limítrofes no Transplante de Pâncreas.

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 517 / Publicado em 09/03/2012 - 18:47

A desproporção entre o número de transplantes de pâncreas (TP) realizados e o de pacientes em lista de espera, no Brasil e no mundo, cria necessidade de expansão dos critérios para aceitação do órgão, mesmo em condições não ideais, assim denominados doadores limítrofes (DL).

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Doadores Limítrofes no Transplante de Fígado.

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 516 / Publicado em 09/03/2012 - 18:47

Revisar a evidência científica atual sobre os riscos e benefícios da utilização dos diferentes tipos de doadores limítrofes de fígado. Permitir melhor padronização de condutas em relação à utilização desses doadores no território nacional.

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Doadores Limítrofes no Transplante de Coração.

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 515 / Publicado em 09/03/2012 - 18:44

Um doador é considerado como não ideal quando apresentar características clínicas desfavoráveis, de origens cardíacas ou sistêmicas, tidas previamente como contraindicações para o transplante cardíaco. Questões logísticas que envolvem o transplante podem se constituir em fatores determinantes para que um determinado doador, clinicamente adequado, seja considerado desfavorável para determinados receptores. Na literatura, estes doadores desfavoráveis têm recebido diferentes denominações, tais como: doadores expandidos, marginais, não ideais ou doadores limítrofes, onde esta última denominação será aqui adotada por se adequar melhor a nossa língua.

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Anestesia Venosa Total para Sedação.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 514 / Publicado em 09/03/2012 - 15:18

A sedação é um método controlado para reduzir o nível de consciência. Existem vários níveis de sedação, variando de leve até a anestesia geral, que se distinguem entre si pela capacidade do paciente em manter reflexos protetores e vias aéreas patentes. Como não existem limites precisos separando os diferentes níveis de sedação, o paciente pode transitar rapidamente para níveis mais profundos de sedação. Por isso, o profissional deve estar capacitado para manejar todos esses níveis, inclusive de anestesia geral, mesmo que a intenção inicial tenha sido apenas a sedação leve.

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Anestesia Venosa Total em Procedimentos Neurocirúrgicos.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 513 / Publicado em 09/03/2012 - 15:19

O objetivo da neurocirurgia é preservar e restaurar a função cerebral. Isso pode requerer intervenção cirúrgica de longa duração, uso de sofisticados equipamentos cirúrgicos, monitorização eletrofisiológica e cooperação do paciente durante a cirurgia. Para otimizar a neurocirurgia, a anestesia deve utilizar fármacos e técnicas anestésicas que causem mínima alteração na pressão intracraniana (PIC), não produzam interferência na monitorização eletrofisiológica, facilitem os novos procedimentos neurocirúrgicos e permitam a cooperação do paciente durante a cirurgia, com rápida recuperação da anestesia.

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Anestesia Venosa Total em Procedimentos Ambulatoriais.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 512 / Publicado em 09/03/2012 - 15:20

Alguns princípios guiam a anestesia para cirurgia ambulatorial. Ela deve ter início e recuperação rápidos, promovendo boa estabilidade cardiovascular e respiratória e não causando efeitos colaterais adversos, como náuseas e vômitos, que prejudiquem a alta hospitalar no dia do procedimento.

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Anestesia Venosa Total em Obesidade Mórbida.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 511 / Publicado em 09/03/2012 - 15:21

O principal objetivo da anestesia no paciente obeso mórbido é promover boa estabilidade hemodinâmica, tempo de despertar e extubação precoces, e rápida recuperação anestésica, com retorno rápido às atividades usuais para evitar complicações como tromboembolismo e atelectasias pulmonares. Assim, a pesquisa pela literatura objetivou estabelecer o papel da AVT dentro do contexto da obesidade mórbida no que se refere a esses desfechos, assim como a aplicabilidade da técnica de infusão alvocontrolada nessa população.

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Anestesia Venosa Total em Colecistectomia Laparoscópica.

Sociedade Brasileira de Anestesiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 510 / Publicado em 09/03/2012 - 15:22

A anestesia geral para os pacientes que são submetidos à laparoscopia ambulatorial requer rápida e previsível recuperação da anestesia. Por esta razão, existe a necessidade de selecionar agentes anestésicos que promovam amnésia e relaxamento muscular adequados para a realização do procedimento. Os anestésicos como o propofol e o sevoflurano de ação curta podem oferecer benefícios farmacoeconômicos para procedimentos como a colecistectomia videolaparoscópica.

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Baixa Estatura por Deficiência do Hormônio de Crescimento: Diagnóstico.

Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 509 / Publicado em 09/03/2012 - 15:31

A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) é caracterizada por uma combinação de anormalidades antropométricas, clínicas, bioquímicas e metabólicas causadas, diretamente, pela secreção deficiente de hormônio de crescimento (GH) e, indiretamente, pela redução na geração de hormônios e fatores de crescimento GH-dependentes.

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Avaliação Genético - Clínica do Recém-Nascido.

Sociedade Brasileira de Genética Clínica.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 508 / Publicado em 09/03/2012 - 15:31

O exame físico com a descrição pormenorizada do fenótipo morfológico (exame genético-clínico), e quando necessário a documentação fotográfica, fornecem a informação mais importante para a definição diagnóstica, já que a maioria dos quadros dismórficos são de diagnóstico clínico.

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17/06/2020
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