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Capítulo 7 - A Violência e o Consumo Nocivo de Álcool

Danilo Antonio Baltieri, Fernanda Cestaro Prado Cortez
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2053 / Publicado em 29/03/2012 - 20:04

A relação entre consumo de álcool e crime é reconhecida como um sério problema social em todo o mundo. O álcool pode ser a causa direta de um crime, uma vez que acarreta desinibição ou prejuízo cognitivo, e ambos podem compartilhar um terceiro fator complicador, como personalidade e desvantagens sociais. As atividades criminosas podem facilitar o consumo de bebidas alcoólicas, mas essa associação também pode ser espúria.

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Capítulo 6 - Problemas Específicos - Álcool e HIV AIDS

André Malbergier, Luciana Roberta Donola Cardoso
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2052 / Publicado em 29/03/2012 - 20:02

O consumo de bebidas alcoólicas é uma prática freqüente na sociedade contemporânea. Segundo o último levantamento domiciliar sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Cebrid/Unifesp), 74,6% dos brasileiros já fizeram uso de álcool alguma vez na vida, 50% fizeram no último ano e 38,3% no mês anterior à entrevista. Todavia, sabe-se que pessoas que consomem bebidas alcoólicas têm duas vezes mais chances de contrair o vírus da imunodeficiência humana (HIV) que pessoas que nunca consumiram essa substância.

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Capítulo 5 - Padrões de Consumo do Álcool e Problemas Decorrentes do Beber Pesado Episódico no Brasil

Laura Helena S. G. Andrade, Camila Magalhães Silveira, Silvia S. Martins, Carla L. Storr, Yuan-Pang Wang, Maria Carmen Viana
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2051 / Publicado em 29/03/2012 - 19:58

Estudos recentes, tendo como base as populações dos países da América Latina e região do Caribe (ALC), como o México, o Chile e o Brasil, deram suporte à literatura científica com evidências sobre a carga crescente de doenças mentais, incluindo o consumo do álcool, nesta região. Murray e Lopez previram, em 1996, que, até o ano de 2020, a proporção de anos vividos com incapacitação (disability-adjusted life years – DALY) atribuída a condições neuropsiquiátricas será de 20,6% nessa região.

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Capítulo 4 - Consumo Nocivo de Álcool entre Estudantes Europeus - Resultados do ESPAD

Salme Ahlström
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2050 / Publicado em 29/03/2012 - 19:54

O Levantamento de Dados do Consumo Nocivo de Álcool e Drogas em Escolas Européias (ESPAD) é uma pesquisa importante e tem acumulado informações nucleares sobre o consumo de álcool por adolescentes de vários países europeus.Esse estudo realizado em vários países sobre o consumo de álcool e drogas entre jovens europeus de 15 a 17 anos de idade foi conduzido, pela primeira vez, em 1995. O segundo e o terceiro ESPAD aconteceram nos anos de 1999 e 2003, respectivamente. A coleção de dados mais recente foi realizada em 2007 e o relatório baseado nesse levantamento está prestes a ser publicado.

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Capítulo 3 - Dependência do Álcool - Aspectos Clínicos e Diagnósticos

Wolfgang Heckmann, Camila Magalhães Silveira
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2049 / Publicado em 29/03/2012 - 19:51

O consumo de álcool na sociedade contemporânea é visto predominantemente de forma positiva, o que dificulta o reconhecimento de determinados padrões de consumo como doença e, ao mesmo tempo, a mobilização de profissionais de saúde para diminuir índices de problemas decorrentes do uso do álcool. A dupla moral de uma sociedade que, por um lado, tolera ou promove o consumo moderado do álcool e, por outro, discrimina o consumo excessivo e fora de controle, confunde a população, que precisa se orientar pelas normas.

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Capítulo 2 - Principais Conseqüências em Longo Prazo Relacionadas ao Consumo Moderado de Álcool

Arthur Guerra de Andrade, Lúcio Garcia de Oliveira
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2048 / Publicado em 29/03/2012 - 19:49

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), “uso moderado” é um termo impreciso que define um padrão de consumo no qual são empregadas quantidades de álcool que, por si só, não causam problemas à saúde. Muitas vezes, o uso moderado é empregado como sinônimo de uso social, definido como não-problemático e ditado conforme os costumes, as motivações e as formas socialmente aceitas.

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Capítulo 1 - Consumo Nocivo de Álcool: Dados Epidemiológicos Mundiais

James C. Anthony - Departamento de Epidemiologia da Michigan State University Medical School
Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).
Número: 2047 / Publicado em 29/03/2012 - 19:45

A cada ano, cerca de 2 bilhões de pessoas consomem bebidas alcoólicas, o que corresponde a aproximadamente 40% (ou 2 em cada 5) da população mundial acima de 15 anos. Em grande parte, as experiências com os compostos psicoativos provenientes das bebidas alcoólicas provém do consumo de produtos comerciais, como verificado nos registros oficiais de cada país (p. ex., arrecadação de impostos). Ainda assim, há um consumo considerável de produtos alcoólicos não-comerciais, como “vinho de palmeira”, “bebidas caseiras” e “chicha”, que também são levados em conta nas estimativas globais do consumo de álcool.

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Protocolo para a Prevenção de Transmissão Vertical de HIV e Sífilis

Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Série B. Textos Básicos de Saúde.
Ministério da Saúde, Brasília : 2007
Número: 2046 / Publicado em 28/03/2012 - 22:23

Este “Protocolo para a Prevenção Vertical de HIV e Sífilis” tem o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade na atenção destas mulheres e recém-nascidos, resultando em uma redução das taxas de transmissão vertical do HIV e a eliminação da sífilis congênita como um problema de saúde pública.

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Protocolo de Atenção à Saúde Bucal.

Secretaria Municipal de Saúde.
Prefeitura Municipal de Florianópolis - julho de 2006
Número: 2045 / Publicado em 28/03/2012 - 22:17

A atual visão de promoção de saúde é abrangente, superando a prática corrente que entende a promoção de saúde apenas como ações voltadas à mudança de comportamento e prevenção das doenças. Esta visão implica reconhecer que o objeto de atuação dos profissionais de saúde bucal constitui-se em três vertentes; a recuperação dos danos causados pelas doenças bucais, a aplicação de métodos de prevenção e o repasse de informações para o autocuidado e manutenção da saúde.

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Manual de Saúde Bucal na Doença Falciforme

Departamento de Atenção Especializada. Série A. Normas e Manuais Técnicos.
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde .Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2005.
Número: 2044 / Publicado em 28/03/2012 - 22:07

A anemia falciforme é a doença hereditária mais comum no Brasil. A causa da doença é uma mutação de ponto no gene da globina beta da hemoglobina, originando no lugar da hemoglobina A (HbA) uma hemoglobina alterada denominada hemoglobina S (HbS). Em determinadas situações, essas moléculas podem sofrer polimerização, com falcização (assumindo forma de foice, daí o nome falciforme) das hemácias, ocasionando encurtamento da vida média dos glóbulos vermelhos, fenômenos de vasoclusão, episódios de dor e lesão de órgãos.

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