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Protocolo Clínico da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) - Protocolo de Lucentis

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2739 / Publicado em 07/06/2013 - 11:10

A DMRI, juntamente com a catarata e retinopatia diabética, é uma das principais causas de cegueira legal em pessoas maiores de 50 anos, representando hoje, a terceira maior causa de cegueira legal no mundo.

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Protocolo Clínico de Anafilaxia

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2738 / Publicado em 07/06/2013 - 11:01

Anafilaxia é uma reação imunológica sistêmica de hipersensibilidade imediata conseqüente da interação entre o antígeno e o anticorpo IgE fixado em basófilos e mastócitos. A reação é chamada de anafilactóide quando não depende da reação entre antígeno e IgE, mas apresenta outros mecanismos, imunológicos ou não cujas manifestações clínicas são semelhantes às da anafilaxia.

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Protocolo Clínico sobre Alergia Alimentar

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2737 / Publicado em 07/06/2013 - 10:58

Alergia alimentar é um termo utilizado para descrever reações adversas a alimentos, dependentes de mecanismos imunológicos, IgE mediados ou não.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2012
Número: 2736 / Publicado em 07/06/2013 - 10:53

De acordo com a International Association for the Study of Pain (IASP), dor é uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial. A dor pode ser aguda (duração inferior a 30 dias) ou crônica (duração superior a 30 dias), sendo classificada segundo seu mecanismo fisiopatológico em três tipos: a) dor de predomínio nociceptivo, b) dor de predomínio neuropático e c) dor mista. A dor de predomínio nociceptivo, ou simplesmente dor nociceptiva, ocorre por ativação fisiológica de receptores de dor e está relacionada à lesão de tecidos ósseos, musculares ou ligamentares e geralmente responde bem ao tratamento sintomático com analgésicos ou anti-inflamatórios não esteroides (AINES). Já a dor neuropática é definida como dor iniciada por lesão ou disfunção do sistema nervoso, sendo mais bem compreendida como resultado da ativação anormal da via da dor ou nociceptiva. Contrariamente à dor nociceptiva, a dor neuropática responde pobremente aos analgésicos usuais (paracetamol, dipirona, AINES, opioides fracos).

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Acromegalia

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2735 / Publicado em 07/06/2013 - 10:45

A acromegalia é uma doença crônica e insidiosa. Em aproximadamente 98% dos casos, é causada por adenomas hipofisários secretores do hormônio de crescimento (GH) – os somatotropinomas. Nesses casos, a doença pode ser esporádica ou familiar. Em cerca de 2%, é causada pela hipersecreção eutópica ou ectópica do hormônio liberador de GH (GHRH) e, muito raramente, pela secreção ectópica de GH. O excesso de GH estimula a secreção hepática de insulin-like growth factor-I (IGF-1), que causa a maioria das manifestações clínicas da acromegalia.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dislipidemia

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2734 / Publicado em 07/06/2013 - 10:42

A dislipidemia é um fator de risco cardiovascular relevante para o desenvolvimento da aterosclerose. Na aterogênese, o papel do colesterol total, particularmente o contido nas partículas de LDL (LDL-C), advém de uma série de estudos observacionais e experimentais das últimas décadas, passando por estudos pré- clínicos, patológicos, clínicos e genéticos, em diferentes populações. Os trabalhos iniciais relacionaram o colesterol total com doença arterial coronariana (DAC). Como o LDL-C corresponde à maior parte do colesterol total (60%-70% na população geral do Estudo de Framingham), a forte correlação entre colesterol total e DAC reflete a relação entre LDL-C e DAC, confirmada pelo Framingham Heart Study.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esquizofrenia

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2733 / Publicado em 07/06/2013 - 10:37

A esquizofrenia e os denominados transtornos esquizofrênicos constituem um grupo de distúrbios mentais graves, sem sintomas patognomônicos, mas caracterizados por distorções do pensamento e da percepção, por inadequação e embotamento do afeto sem prejuízo da capacidade intelectual (embora ao longo do tempo possam aparecer prejuízos cognitivos). Seu curso é variável, aproximadamente 30% dos casos apresentam recuperação completa ou quase completa, cerca de 30% com remissão incompleta e prejuízo parcial de funcionamento e cerca de 30% com deterioração importante e persistente da capacidade de funcionamento profissional, social e afetivo.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Lúpus Eritematoso Sistêmico.

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2732 / Publicado em 07/06/2013 - 10:35

Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune sistêmica caracterizada pela produção de autoanticorpos, formação e deposição de imunocomplexos, inflamação em diversos órgãos e dano tecidual. Sua etiologia permanece ainda pouco conhecida, porém sabe-se da importante participação de fatores hormonais, ambientais, genéticos e imunológicos para o surgimento da doença. As características clínicas são polimórficas, e a evolução costuma ser crônica, com períodos de exacerbação e remissão. A doença pode cursar com sintomas constitucionais, artrite, serosite, nefrite, vasculite, miosite, manifestações mucocutâneas, hemocitopenias imunológicas, diversos quadros neuropsiquiátricos, hiperatividade reticuloendotelial e pneumonite.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esclerose Sistêmica.

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2731 / Publicado em 07/06/2013 - 10:33

A esclerose sistêmica (ES) é uma doença difusa do tecido conjuntivo (DDTC) caracterizada por graus variáveis de fibrose cutânea e visceral, presença de autoanticorpos no soro dos pacientes e vasculopatia de pequenos vasos. Inexistem dados nacionais sobre a prevalência de ES.

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Protocolo de Tratamento de Influenza

Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde - Brasilia 2013
Número: 2730 / Publicado em 07/06/2013 - 08:23

Infecção aguda das vias aéreas que apresenta quadro febril (temperatura ≥37,8°C), com a curva térmica usualmente declinando após dois a três dias e normalizando em torno do sexto dia de evolução. A febre geralmente é mais acentuada em crianças do que em adultos.

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17/06/2020
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